A luta pela inocência

Author: Jefferson Corrêa / Marcadores: ,

“Asenhout tentava convencê-los de nossa inocência, mas sem sucesso. Odir acenou sua mão e um dos guerreiros que estava sentado na mesa central se levantou. Ele era um homem e não devia ter mais de um metro e meio de altura, era magro e frágil, trajava um manto negro que lhe cobria dos pés a cabeça, o que impedia de se ver o seu rosto, em suas mãos ele carregava duas pequenas e brilhantes espadas”.

-cada um de vocês devera lutar para provar sua inocência. Eu escolherei quem deve ser o primeiro- após pensar um pouco o regente Odir olha e aponta para Behek- Você parece ser um bom guerreiro, vamos ver se seus músculos podem contra a lâmina veloz de Delling.

Vendo que o único jeito de sairmos vivos daquela cidade era através de sangue, Behek pega o seu machado com as duas mãos e vai para cima de seu adversário. O salão era grande e mesmo tendo três grandes mesas em seu interior, ainda se tinha espaço suficiente para que os dois lutassem.Todos no salão continuaram sentados, nem passou por nossas cabeças tentar escapar, pois a cidade, como o salão era composta por guerreiros, não é a toa que o reino é conhecido como o exercito com uma nação...

Behek com violência, correu até seu adversário golpeando com toda a força de seu machado, Delling desvia do ataque com um salto para o lado, o machado de behek parou no chão de madeira do salão, onde ele produz uma grande rachadura. O adversário de Behek revida com rapidez inacreditável produzindo com suas pequenas lâminas quatros profundos cortes nas costas de seu oponente, cortes profundos que poderiam ter matado a maioria dos guerreiros que conheci, mas Behek sorri e com um chute desequilibra Delling que antes de cair no chão vê um grande machado atingir com violência sua testa, tingindo o chão de vermelho.

-Muito bem!-aplaude o regente com vigor- Mas vocês ainda não estão livres, o próximo a lutar será ele!-diz Odir apontando para Aust.

Todos ficamos surpresos, ele nem sequer se abalou pela morte de um dos seus, que tipo de povo bárbaro seriam eles? Mas antes que pudéssemos nos opor o segundo adversário nos foi exposto. De uma das mesas se levanta um homem com quase dois metros de altura, trajava pouca roupa e tinha um longo e mal cuidado cabelo dourado até os ombros, ele carregava em uma das mãos uma grande espada cujo o peso derrubaria os mais fortes guerreiros.

- Eu sou Aust Montaigne maior espadachim entre os reinos dos elfos e dos humanos, guarde esse nome, poderá ser o ultimo que você irá ouvir em vida bárbaro!- Esclamou Aust sacando a espada e pulando no meio do salão com agilidade felina.

Sem dizer uma só palavra o bárbaro correu em direção do espadachim gritando blasfêmias e em uma fúria bestial, ele ergueu sua espada e deu o golpe que teria matado um gigante, mas Aust desviou-se a tempo e desferiu dois cortes na pele do adversário, que pareceu nada sentir e avançou contra Aust com um segundo golpe que Aust não conseguiu desviar-se completamente e resultou em grande corte horizontal em sua barriga.O espadachim revidou com um seqüência magistral de golpes seguidos contra seu poderoso adversário, que diante de tantos golpes tomba no chão inconsciente e com vário cortes pelo seu corpo. Odir faz menção para se pronunciar, mas antes que ele pudesse falar, pelas portas do salão entra um figura exótica que diz com voz grave e calma:

-Parem com isso!”

3 comentários:

Jefferson Corrêa disse...

prometo mais postagens agora que eu to mestranu dnd, pretendo inclusive colocar uma nova historia ambientada tbm em arton

Unknown disse...

uhauhauha, lembro dessa batalha
e eu queria meu ''espadachim'' de volta :(
bora adaptar pro 4.0? xD

Jefferson Corrêa disse...

xD
to pensanu em regredi a campanha nova pra dnd 3.5, mas vo por em votação até domingo a gente decide, se naum bora adapta sim ^^

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